Pumangol lança campanha nacional “Via Segura, Estou Comprometido” para reforçar segurança rodoviária

A Pumangol apresentou oficialmente a campanha nacional de segurança rodoviária “Via Segura, Estou Comprometido”, uma iniciativa que pretende contribuir para a redução da sinistralidade e reforçar comportamentos seguros nas estradas angolanas. A acção integra uma estratégia conjunta de Responsabilidade Social Corporativa que reúne marcas como Centrooptico, TAAG, Grupo Cosal e CIS.

A sinistralidade rodoviária continua a ser uma das principais causas de morte no país, motivo pelo qual as instituições envolvidas defendem que o tema deve ser tratado como uma verdadeira crise de saúde pública. A campanha foi desenhada em fases e assenta em acções práticas e pedagógicas, com o objectivo de alcançar condutores, passageiros e peões, promovendo prevenção, civismo e decisões responsáveis no trânsito.

O conceito “Via Segura” procura reforçar a ideia de responsabilidade no espaço rodoviário, ao mesmo tempo que destaca os caminhos percorridos diariamente por cada cidadão. A mensagem central transmite que cada decisão tomada na via pública pode significar a preservação da vida ou perdas evitáveis.

A sessão de apresentação contou com representantes do Conselho Nacional de Viação e Ordenamento do Trânsito, do Ministério do Interior, da Polícia Nacional e de outros parceiros institucionais. A campanha está alinhada com o programa nacional de segurança rodoviária do Ministério do Interior, cujo lema “Mude Agora, Antes que Seja Tarde” integra o PPRO, e conta ainda com apoio operacional da DTSER.

A implementação decorre ao longo de três trimestres, abrangendo períodos festivos e épocas de maior mobilidade, prolongando-se até Setembro de 2026. Haverá avaliações periódicas para medir resultados e ajustar estratégias, permitindo que as acções respondam de forma mais realista ao comportamento dos utilizadores da via.

Durante o lançamento, o CEO da Pumangol, Ivanilson Machado, destacou que a campanha representa um acto de responsabilidade colectiva e um contributo directo para o combate à sinistralidade. Sublinhou ainda que a cooperação entre sector privado e entidades públicas é determinante para ampliar o alcance das mensagens de prevenção, concluindo que a protecção da vida depende também do compromisso individual de cada cidadão.

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