Começou hoje, em Kinshasa, III Fórum Económico Angola-RDC. O objectivo é ambicioso: transformar a nossa fraternidade histórica em prosperidade partilhada. Um evento que conta com a participação do FGC, representado pelo Presidente do Conselho de Administração, Luzayadio Simba.
Com uma fronteira de 2.500 km e um mercado combinado de quase 170 milhões de pessoas, o comércio formal entre os dois países ainda é de apenas 600 milhões de dólares por ano (0,3% do PIB conjunto). A mensagem dos governantes foi clara: está na hora de passar “das intenções às realizações”.
Angola levou uma delegação de alto nível, com destaque para o Ministro de Estado para José de Lima Massano, que garantiu que o país vive o “ambiente macroeconómico mais favorável de sempre”, com inflação a desacelerar e reservas internacionais robustas.

Do lado congolês, a Primeira-Ministra reforçou que é necessário avançar com mudanças tangíveis. Foram apontados eixos como a facilitação financeira, o combate ao contrabando e o desenvolvimento do Corredor do Lóvua-Lobito como chaves para o futuro.
