O que os lucros da banca no primeiro trimestre de 2026 dizem sobre a economia real e o que escondem

O que os lucros da banca no primeiro trimestre de 2026 dizem sobre a economia real e o que escondem O que os lucros da banca no primeiro trimestre de 2026 dizem sobre a economia real e o que escondem

Os balancetes do primeiro trimestre de 2026 e os resultados anuais de 2025 revelam um sistema financeiro angolano em transição estrutural: dois bancos em reestruturação regressam aos lucros, os grandes absorvem o custo de expandir o crédito, e os médios crescem a ritmos que o mercado não esperava. O que está a acontecer — e o que significa para a economia angolana.

Há um fenómeno em curso no sistema financeiro angolano que os dados do primeiro trimestre de 2026, combinados com os resultados anuais de 2025, tornam difícil de ignorar.

Não é sobre quem lucrou mais. Não é sobre quem cresceu mais depressa.

É sobre uma mudança de comportamento colectivo — simultânea, transversal e com implicações que vão muito além dos resultados trimestrais de cada banco individualmente.

O capital bancário angolano está a abandonar o Estado e a procurar a economia real. Dois bancos em reestruturação regressam ao verde. E o sistema, visto como um todo, está a reposicionar-se para um ciclo económico diferente.

O modelo que sustentou a banca angolana durante uma década

Para compreender o que está a acontecer em 2026, é necessário compreender o modelo que dominou a banca angolana na década anterior.

Entre 2015 e 2024, o sistema financeiro angolano operou sob uma lógica de arbitragem soberana. Com taxas de juro reais positivas e elevadas — a taxa directora do BNA chegou aos 19,5% — os Bilhetes do Tesouro e as Obrigações do Tesouro ofereciam rendimento real sem risco de crédito privado. Para os bancos, a equação era simples: captar depósitos a taxas relativamente baixas, investir em dívida pública a taxas elevadas, embolsar o spread.

O resultado desta dinâmica foi previsível. O crédito à economia privada ficou sistematicamente comprimido. As PME angolanas, os projectos de diversificação, as cadeias de valor não-petrolíferas — todos enfrentaram um sistema bancário que preferia financiar o Estado a financiar a economia produtiva.

O rácio de crédito sobre o PIB em Angola manteve-se consistentemente abaixo de 20% ao longo deste período, um valor que o Banco Mundial e o FMI identificaram repetidamente como um dos principais constrangimentos ao crescimento económico sustentável do país.

Em 2025, o BNA iniciou um ciclo de flexibilização monetária. A taxa directora desceu de 19,5% para 18,5%. Um corte modesto em termos absolutos, mas com um efeito de sinalização relevante: a era do rendimento garantido via dívida pública está a chegar ao fim. Os bancos ouviram o sinal. Os balancetes de 2026 provam-no.

A reorientação silenciosa: quando os balanços mudam antes dos discursos

O caso mais revelador da reorientação em curso é o do Banco Caixa Geral Angola.

No primeiro trimestre de 2026, o BCGA reduziu a carteira de títulos e valores mobiliários em 40,51%, de 257,48 mil milhões de kwanzas para 153,18 mil milhões de kwanzas. Em sentido inverso, o crédito a clientes cresceu 34,66%, para 522,46 mil milhões de kwanzas — tornando-se a rubrica com maior peso no activo total do banco, a 42,40%.

Não é uma decisão táctica de curto prazo. É uma reorientação estratégica do balanço de uma instituição com accionista público português e décadas de exposição ao mercado angolano. O BCGA está a trocar rendimento garantido pelo Estado por rendimento com risco privado. Faz-o porque os modelos internos indicam que o risco-retorno do crédito privado em Angola melhorou suficientemente para justificar a transição.

O BAI confirma a mesma leitura, ainda que por um caminho diferente.

O maior banco do sistema financeiro angolano por activos registou uma queda de 38,79% no resultado antes de impostos — de 101,56 mil milhões de kwanzas para 62,17 mil milhões de kwanzas, equivalente a 68,16 milhões de dólares. A queda ocorre após o BAI ter encerrado 2025 com o maior resultado da história da banca nacional angolana.

A pergunta óbvia é: o que aconteceu?

A resposta está na carteira de crédito. O BAI expandiu o crédito a clientes em 56,56%, de 883,08 mil milhões de kwanzas para 1,38 biliões de kwanzas — um crescimento de 497 mil milhões de kwanzas em termos absolutos num único trimestre. Esta expansão implica constituição de imparidades, custos de originação e compressão das margens de curto prazo. O lucro cai hoje para que o balanço cresça amanhã.

O BFA, segundo banco mais lucrativo do sistema em 2025, apresentou o mesmo padrão. O resultado antes de impostos recuou 9,86%, para 58,02 mil milhões de kwanzas, equivalente a 63,61 milhões de dólares. Mas o crédito a clientes cresceu 16,99%, para 872,77 mil milhões de kwanzas, representando agora 19,96% do activo total — acima dos 18,83% do período homólogo. O activo total expandiu 10,53%, para 4,37 biliões de kwanzas, e a carteira de títulos cresceu 26,91%, para 2,01 biliões de kwanzas, onde representa 46,02% do activo. Os fundos próprios recuaram ligeiramente 1,55%, para 678,93 mil milhões de kwanzas.

O Banco Keve apresentou um comportamento distinto. O lucro recuou apenas 1,27%, para 20,21 mil milhões de kwanzas, equivalente a 22,16 milhões de dólares — uma queda de apenas 260,43 milhões de kwanzas em termos absolutos, que revela estabilidade operacional. Mas o movimento do balanço é revelador: a carteira de títulos e valores mobiliários disparou 49,24%, para 414,57 mil milhões de kwanzas, representando 29,45% do activo total. O crédito a clientes contraiu ligeiramente 1,29%, para 527,68 mil milhões de kwanzas. O Keve está a fazer o caminho inverso da tendência dominante — e os seus fundos próprios cresceram 46,10%, para 195,12 mil milhões de kwanzas, sinalizando preparação para expansão futura.

Os bancos que cresceram os lucros: eficiência ou base de comparação?

A aparente contradição do trimestre — grandes bancos com lucros a cair, bancos médios com lucros a disparar — tem uma explicação estrutural que vai além da dimensão de cada instituição.

O BCI cresceu o lucro 49,94%, para 18,22 mil milhões de kwanzas, equivalente a 19,97 milhões de dólares, com crescimento transversal em todas as rubricas: activo total em 35,03% para 1,12 biliões de kwanzas, crédito a clientes em 54,89% para 403,60 mil milhões de kwanzas, e depósitos em 46,17% para 756,88 mil milhões de kwanzas. Os fundos próprios expandiram 48,58%, para 162,58 mil milhões de kwanzas. É um banco em fase de construção acelerada de balanço — e está a fazê-lo com rentabilidade crescente porque a sua estrutura de custos ainda não reflecte o peso de uma rede madura.

O BIC expandiu o resultado antes de impostos em 53,66%, para 6,82 mil milhões de kwanzas, equivalente a 7,48 milhões de dólares. O activo cresceu moderadamente 3,66%, para 2,42 biliões de kwanzas. A carteira de títulos avançou 7,86%, para 623,72 mil milhões de kwanzas. A nota negativa vai para a carteira de crédito, que recuou 8,74%, para 692,99 mil milhões de kwanzas — a única rubrica com trajectória descendente no balanço do banco.

O BCS subiu 56,75%, para 8,18 mil milhões de kwanzas, equivalente a 8,97 milhões de dólares. O activo cresceu 21,95%, para 560 mil milhões de kwanzas, com os recursos de clientes a avançar 27,99%, para 407,85 mil milhões de kwanzas, representando 87,85% do passivo total. Os fundos próprios cresceram 42,93%, para 87,57 mil milhões de kwanzas.

O Banco Yetu foi a instituição com o crescimento mais expressivo em termos relativos — 81,89%, para 2,28 mil milhões de kwanzas, equivalente a 2,50 milhões de dólares — ainda que com um balanço a contrair: o activo total recuou 6,23%, para 189,81 mil milhões de kwanzas, e os recursos de clientes diminuíram 2,32%. O crescimento do resultado numa base patrimonial mais pequena revela uma melhoria significativa da eficiência operacional e da qualidade da margem financeira.

O Standard Bank Angola apresentou o desempenho mais equilibrado entre todos os bancos analisados. O lucro cresceu 10,76%, para 37,21 mil milhões de kwanzas, equivalente a 40,79 milhões de dólares, com o activo a expandir 24,47% para 2,34 biliões de kwanzas, o crédito a crescer 19,78% para 650,79 mil milhões de kwanzas, e a carteira de títulos a crescer expressivamente 87,12%, para 821,08 mil milhões de kwanzas — 35,05% do activo total. Os recursos de clientes pesam 86,53% do passivo, totalizando 1,67 biliões de kwanzas. A gestão sul-africana do SBA tem demonstrado consistentemente uma disciplina na alocação de capital que os seus pares locais ainda estão a desenvolver.

O BCGA cresceu o resultado 6,64%, para 11,95 mil milhões de kwanzas, equivalente a 13,09 milhões de dólares, com o activo a atingir 1,23 biliões de kwanzas. O BCH registou crescimento de 2,25% no resultado, para 3,72 mil milhões de kwanzas, equivalente a 4,08 milhões de dólares, com o activo a expandir 18,36% para 98,06 mil milhões de kwanzas e a carteira de títulos a crescer 611,13%, multiplicando por sete face ao período homólogo. O Access Bank Angola cresceu 15,69%, para 2,31 mil milhões de kwanzas, equivalente a 2,54 milhões de dólares, com o activo a crescer 8,37% para 185,44 mil milhões de kwanzas.

Banco Sol: o regresso mais simbólico do trimestre

Há um resultado no conjunto dos dados de 2026 que tem uma dimensão que vai além dos números: o Banco Sol voltou aos lucros.

Depois de encerrar o exercício económico de 2025 com um prejuízo de 2,62 mil milhões de kwanzas, o banco registou um resultado líquido positivo de 2,78 mil milhões de kwanzas no primeiro trimestre de 2026 — uma recuperação de 206,05% que coincide exactamente com o primeiro aniversário da intervenção assistida do BNA.

Em Abril de 2025, o Banco Nacional de Angola aprovou o Plano de Recapitalização e Reestruturação do Banco Sol, retirando-o simultaneamente da categoria de banco de importância sistémica no quarto trimestre do mesmo ano. A intervenção foi cirúrgica na sua comunicação mas profunda na sua substância: o banco foi tecnicamente posto sob tutela regulatória para evitar um colapso que teria consequências sistémicas num sistema financeiro onde a confiança dos depositantes é um activo frágil.

O regresso ao verde num único trimestre é encorajador. Mas os dados exigem leitura cuidadosa.

O activo cresceu 8,39%, para 1,05 biliões de kwanzas. A carteira de títulos e valores mobiliários cresceu 19,94%, para 468,02 mil milhões de kwanzas — representando 44,58% do activo total. O crédito a clientes caiu 28,77%, para 92,29 mil milhões de kwanzas. O Banco Sol está a reconstruir o balanço pelo caminho mais seguro: activos líquidos e de baixo risco, com redução agressiva da exposição ao crédito privado enquanto a qualidade da carteira histórica é trabalhada.

Os fundos próprios recuaram 10,61%, para 69,47 mil milhões de kwanzas. As provisões diminuíram 11,72%, para 8,86 mil milhões de kwanzas — uma redução que pode reflectir tanto uma melhoria real da qualidade dos activos como uma gestão activa do reconhecimento de imparidades. Esta distinção importa para a avaliação da sustentabilidade da recuperação.

O Banco Sol não está curado. Está em reestruturação activa sob supervisão do BNA. O regresso ao lucro num trimestre é um sinal positivo, não uma confirmação de recuperação estrutural. O verdadeiro teste será a qualidade da carteira de crédito quando os processos de recuperação dos créditos problemáticos históricos forem concluídos.

BPC: o banco público que custou 750 mil milhões ao Estado — e está a devolver valor

Se o Banco Sol é o regresso mais simbólico de 2026, o BPC é o caso de reestruturação mais complexo e mais instrutivo do sistema financeiro angolano na última década.

Em 2017, o rácio de crédito malparado do BPC atingiu 23,2%, face a 4,5% no ano anterior — uma deterioração de 18,7 pontos percentuais em dois anos que reflecte a dimensão do problema que se acumulou durante o ciclo petrolífero anterior. O banco chegou a dispensar mais de 1.600 funcionários e a encerrar 145 agências, reduzindo a rede de 391 para 246 unidades.

A resposta do Estado foi de escala. O Plano de Recapitalização e Reestruturação lançado em 2019 injectou cerca de 750 mil milhões de kwanzas no BPC. Foi criada a RECREDIT — entidade pública capitalizada com dois mil milhões de dólares destinada exclusivamente a absorver o crédito malparado histórico do banco, retirando do balanço o veneno que impedia a recuperação.

O custo para o contribuinte angolano foi real e significativo. Mas os dados de 2025 mostram que o investimento está a começar a produzir retorno.

O BPC fechou 2025 com resultado líquido positivo de 4 mil milhões de kwanzas — o terceiro ano consecutivo no verde, após anos de prejuízos sucessivos. O produto bancário cresceu 11,2%, os depósitos subiram 11,5% para 1.211 mil milhões de kwanzas, e o rácio de fundos próprios atingiu 26,7%, acima das exigências regulamentares do BNA. A rendibilidade dos capitais próprios ficou nos 1,6% — modesta, mas positiva.

O dado que mais importa para a narrativa de longo prazo não é o lucro. É o dividendo.

A filial seguradora Mundial Seguros vai pagar dividendos ao BPC pela primeira vez, com um lucro líquido de 16 mil milhões de kwanzas em 2025. Um banco que em 2021 tinha 13 participações financeiras das quais apenas cinco apresentavam viabilidade — as restantes em falência técnica ou por constituir — está agora a receber dividendos das suas subsidiárias.

No plano digital, as transacções nos terminais de pagamento automático cresceram 154,6% e o banco lançou o serviço Localiza ATM, que permite identificar em tempo real caixas automáticas com dinheiro disponível — uma resposta concreta a uma das queixas mais recorrentes dos utilizadores angolanos do sistema bancário e um sinal de que a modernização operacional está a acontecer.

O BPC não está transformado. Está a recuperar. A sustentabilidade desta trajectória dependerá de 2026 confirmar ou contradizer os três anos anteriores.

O que os fundos próprios revelam sobre o próximo ciclo

Há um dado que os analistas raramente comentam em profundidade mas que é talvez o mais revelador do conjunto: a evolução dos fundos próprios em múltiplas instituições simultaneamente.

O BAI aumentou os fundos próprios em 45,60%, para 939,35 mil milhões de kwanzas. O BCI cresceu 48,58%, para 162,58 mil milhões de kwanzas. O BCS expandiu 42,93%, para 87,57 mil milhões de kwanzas. O Banco Keve cresceu 46,10%, para 195,12 mil milhões de kwanzas. O Access Bank Angola reforçou 12,59%, para 55,40 mil milhões de kwanzas.

Bancos que reforçam fundos próprios de forma expressiva e simultânea estão a preparar-se para crescer. Os fundos próprios são o limite regulamentar ao crescimento do crédito — o rácio de solvabilidade do BNA exige que os bancos mantenham capital proporcional aos activos ponderados pelo risco. Quando múltiplos bancos reforçam os fundos próprios no mesmo trimestre, estão a criar espaço de balanço para expandir o crédito nos períodos seguintes.

A leitura conjunta é inequívoca: o sistema bancário angolano está a capitalizar-se antecipadamente para financiar uma economia que espera que cresça. A aposta é no crédito privado. E está a ser feita com capital próprio.

O risco que nenhuma análise honesta pode ignorar

Uma análise séria deste momento exige que se fale também dos riscos.

O rácio de crédito malparado do sistema bancário angolano recuou de 19,2% para 15,78% em 2025, segundo dados do BNA. É uma melhoria significativa. Mas 15,78% continua a ser um valor elevado por qualquer padrão internacional — a média da União Europeia situa-se abaixo de 2%, e mesmo em mercados africanos comparáveis o valor raramente ultrapassa 8-10%.

Uma expansão acelerada do crédito sem critérios rigorosos de selecção pode reverter rapidamente esta melhoria. Os bancos angolanos expandiram o crédito num trimestre de condições macroeconómicas relativamente favoráveis — petróleo acima de 68 dólares por barril, inflação em desaceleração, câmbio relativamente estável.

O teste real virá quando as condições se deteriorarem. E em Angola, dado o grau de dependência do petróleo e a volatilidade histórica dos mercados de commodities, esse momento chegará.

Há ainda o caso específico do Banco Sol, que merece atenção continuada. O regresso ao lucro é positivo. Mas os fundos próprios a recuar 10,61%, as provisões a diminuir 11,72% e o crédito a cair 28,77% num único trimestre são dados que exigem acompanhamento próximo antes de qualquer conclusão sobre a solidez da recuperação.

A leitura estrutural: o que isto significa para Angola

Visto de cima, o que os dados de 2025 e do primeiro trimestre de 2026 revelam não é apenas um conjunto de resultados financeiros. Revelam um momento de transição na relação entre o sistema financeiro e a economia angolana.

Durante anos, Angola teve um sistema bancário lucrativo e uma economia subfinanciada. Os bancos ganhavam dinheiro com o Estado. As empresas e as famílias continuavam com acesso limitado ao crédito. A intermediação financeira — que é a função central de qualquer sistema bancário numa economia de mercado — estava a ser substituída por arbitragem soberana.

O que os dados de 2026 sugerem é que esta equação está a alterar-se. A descida das taxas de juro, combinada com a melhoria gradual do ambiente de negócios e com o programa de diversificação económica em curso, está a criar incentivos para que o capital bancário procure rendimento na economia real.

Em paralelo, dois bancos que estiveram à beira do colapso — o BPC e o Banco Sol — estão em trajectórias de recuperação distintas mas ambas no sentido positivo. A reestruturação do BPC, com 750 mil milhões de kwanzas de capital público injectado e a RECREDIT a absorver o malparado histórico, começa a produzir resultados mensuráveis. O Banco Sol, sob intervenção do BNA há exactamente um ano, registou o primeiro trimestre no verde.

Se esta tendência se consolidar ao longo de 2026, Angola poderá iniciar um ciclo em que o crédito bancário começa a servir a diversificação económica de forma estrutural — financiando as PME, os projectos agrícolas, as empresas tecnológicas e os operadores logísticos que o país precisa para reduzir a dependência do petróleo.

É um ciclo que outros países africanos já percorreram. Ruanda aumentou o rácio de crédito sobre o PIB de 14% em 2010 para mais de 35% em 2024, com impacto mensurável na diversificação da estrutura económica. Angola tem os recursos, o mercado e agora os sinais de que o sistema financeiro está disponível para fazer esse trabalho.

O segundo trimestre de 2026 será o primeiro teste real desta hipótese.

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