Com olho no crescimento até 2030, Heineken procura gestor sénior para comandar operações em Angola

Com olho no crescimento até 2030, Heineken procura gestor sénior para comandar operações em Angola Com olho no crescimento até 2030, Heineken procura gestor sénior para comandar operações em Angola

O mercado angolano de bebidas alcoólicas vale actualmente 3,3 mil milhões de dólares e deverá atingir os 4,3 mil milhões até 2030.

É neste contexto de expansão que a Heineken lança o recrutamento de um Director para Angola — um sinal claro de que a marca neerlandesa quer estar bem posicionada quando essa janela de crescimento se abrir por completo.

Com sede nas instalações fabris na periferia de Luanda, o gestor recrutado terá como missão central negociar e gerir contratos de licenciamento com parceiros locais, liderar a execução das estratégias de vendas, trade marketing e marketing, e identificar novas oportunidades de negócio num mercado cada vez mais disputado.

A posição exige ainda a liderança do planeamento da procura e a coordenação com a cadeia de abastecimento, através dos processos de S&OP.

O perfil pretendido é o de um profissional com mestrado em Gestão de Empresas (MBA), no mínimo dez anos de experiência no sector de bens de consumo de grande rotação e bebidas, e historial sólido em negociação de contratos e desenvolvimento de negócios.

Fluência em inglês e português é obrigatória; o domínio do francês é considerado uma vantagem relevante, tendo em conta a projecção continental da marca.

A aposta justifica-se pelos números. O crescimento do mercado angolano é impulsionado pela mudança nas preferências dos consumidores, pela expansão do poder de compra da classe média e por políticas industriais favoráveis.

A premiumização é já uma realidade visível nas prateleiras de Luanda e outros centros urbanos, onde uma fatia crescente de consumidores demonstra disponibilidade para pagar mais por marcas de maior qualidade.

É precisamente neste segmento que a Heineken compete — e onde a liderança local faz toda a diferença.
O mercado cervejeiro angolano é historicamente dominado por marcas nacionais.

O parque industrial cervejeiro do país reúne marcas como Cuca, Nocal, N’gola e Soba, que abastecem o mercado interno com volumes expressivos.

Conquistar espaço neste ambiente exige um gestor capaz de construir relações sólidas com parceiros locais e de adaptar a estratégia global da marca à realidade do terreno angolano.

A remuneração é descrita como compatível com a importância da função.

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