Produção de gás no Quiluma arranca com meta de duplicar oferta até 2026

Produção de gás no Quiluma arranca com meta de duplicar oferta até 2026 Produção de gás no Quiluma arranca com meta de duplicar oferta até 2026

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) e a Azule Energy anunciaram o arranque bem-sucedido do fornecimento de gás proveniente do campo Quiluma, integrado no Novo Consórcio de Gás (NGC), reforçando a produção energética nacional.

A exportação inicial está fixada em 150 milhões de pés cúbicos de gás por dia (MMSCF/dia), com previsão de aumento para 314 MMSCF/dia até ao final de 2026, sinalizando uma expansão significativa da capacidade de produção.

A Unidade de Processamento Onshore, localizada no município do Soyo, província do Zaire, possui capacidade para 400 MMSCF/dia de gás e 20 mil barris de condensados por dia, consolidando-se como uma infraestrutura estratégica para o sector.

A plataforma Quiluma, principal estrutura de produção offshore, é a maior alguma vez instalada na região do Ambriz, na província do Bengo, com um jacket de 2.500 toneladas e um topside de 2.700 toneladas.

O presidente do conselho de administração da ANPG, Paulino Jerónimo, destacou que o projecto reforça a diversificação energética, assegura o abastecimento interno e contribui para uma produção de energia mais eficiente e limpa, classificando-o como um marco para a indústria.

Já o CEO da Azule Energy, Joseph Murphy, sublinhou que o arranque reflecte o esforço conjunto entre o Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, a ANPG, a Azule Energy e os parceiros do consórcio, com vista à estabilidade energética, progresso industrial e responsabilidade ambiental.

O consórcio é liderado pela Azule Energy (37,4%), e integra ainda a Cabinda Gulf Oil Company (CABGOC) com 31%, a Sonangol E&P com 19,8% e a TotalEnergies com 11,8%. Durante o pico das operações, o projecto mobilizou mais de 5.000 trabalhadores angolanos, contribuindo para o desenvolvimento económico sustentável.

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