Angola leva a Pequim projectos de energia e águas, da Central do Soyo à irrigação

Angola leva a Pequim projectos de energia e águas, da Central do Soyo à irrigação Angola leva a Pequim projectos de energia e águas, da Central do Soyo à irrigação
Imagem cedida ao Jornal de Angola

O ministro da Energia e Águas de Angola, João Baptista Borges, manteve nos dias 3 e 4 de Novembro, em Pequim, encontros de trabalho com o director-geral da Administração Nacional de Energia da China, Wang Hongzhi, e com representantes da China Machinery Engineering Corporation (CMEC).

O ministro esteve acompanhado da embaixadora de Angola na China, Dalva Ringote, do presidente do Conselho de Administração da ENDE, Pedro Buca, e de outros responsáveis do sector.

Administração Nacional de Energia

No encontro com a Administração Nacional de Energia, João Baptista Borges destacou a prioridade que o Executivo atribui ao desenvolvimento energético. Defendeu a aceleração dos investimentos na produção, transporte e distribuição de electricidade, bem como a expansão e modernização do Sistema Eléctrico Nacional.

As partes analisaram mecanismos para dinamizar a cooperação institucional. Entre eles estão o intercâmbio técnico, a partilha de experiências e a participação de empresas chinesas em projectos prioritários.

CMEC

Com a CMEC, as conversações incidiram sobre oportunidades de investimento em projectos estratégicos de produção de electricidade. Foram destacadas a reabilitação da Central de Ciclo Combinado do Soyo, as soluções de armazenamento de energia e as intervenções para aumentar a fiabilidade e a eficiência do Sistema Eléctrico Nacional.

Águas

No sector das Águas, foram abordadas a expansão e modernização dos sistemas de abastecimento, a construção e reabilitação de infra-estruturas hidráulicas e os projectos de irrigação.

Segundo o Ministério da Energia e Águas, a agenda reflecte o compromisso de mobilizar investimentos e executar infra-estruturas prioritárias, para garantir mais energia, mais água e melhores condições de vida às populações.

Fonte: Jornal de Angola (JA Online).

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