TAAG gera 19,2 milhões USD de caixa operacional e reduz despesa em 25,7 milhões USD face ao orçamento

TAAG gera 19,2 milhões USD de caixa operacional e reduz despesa em 25,7 milhões USD face ao orçamento TAAG gera 19,2 milhões USD de caixa operacional e reduz despesa em 25,7 milhões USD face ao orçamento

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola gerou 19,2 milhões de dólares de caixa operacional no primeiro semestre de 2026 e executou a despesa 25,7 milhões de dólares abaixo do orçamento aprovado. Os indicadores foram apresentados esta quinta-feira, em Luanda, na II Reunião de Quadros da companhia, que reuniu administração, lideranças e quadros para avaliar a execução das prioridades estratégicas.

Segundo nota de imprensa, o Presidente do Conselho de Administração da TAAG, Clóvis Rosa, defendeu que a transformação da companhia deve ser acompanhada por uma cultura de responsabilização efectiva. “Responsabilidade colectiva não significa responsabilidade diluída. Significa que cada um conhece o seu papel, cumpre-o e responde por ele”, afirmou.

O ministro dos Transportes, Ricardo Viegas D’Abreu, que participou no encontro, sublinhou a necessidade de converter capacidade instalada em desempenho económico. “Potencial não é resultado. E investimento não é transformação”, referiu o governante.

Frota e rede em expansão

Entre os resultados operacionais apresentados está a recuperação e devolução ao serviço de cinco aeronaves, reforçando progressivamente a capacidade da companhia. A rede africana cresceu 30%, passando de 10 para 13 destinos, com a autorização de três novas rotas — Accra, Dakar e Praia.

A TAAG opera actualmente 13 destinos domésticos e 12 internacionais, além do transporte de carga.

GO TAAG 360 monitoriza execução estratégica

A companhia utiliza a plataforma GO TAAG 360 para acompanhar as prioridades estratégicas. Com dados reportados a 24 de Agosto, o programa integra 53 alavancas estratégicas, 300 entregáveis e 698 metas, com uma execução global de 53% e 263 metas já concluídas.

Os resultados financeiros e operacionais estão associados à execução do Programa Palanca e ao reforço dos mecanismos de controlo orçamental da companhia.

O Presidente da Comissão Executiva da TAAG, Miguel Carneiro, afirmou que a transformação da companhia começou na “mudança da forma colectiva de trabalhar” e reafirmou o compromisso com a disciplina na gestão de custos e recursos.

A estratégia da TAAG assenta em quatro prioridades: segurança operacional, eficiência operacional e organizacional, aumento da receita e redução de custos, associadas a uma orientação crescente para a experiência do cliente.

A administração da companhia reconhece que permanecem desafios na disponibilidade da frota, eficiência operacional e sustentabilidade financeira, indicando que a resposta dependerá também de maior articulação entre áreas e de rapidez na tomada de decisões.

Fonte:  Forbes África Lusófona.

Add a comment

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *