Empresa adquire 42,5% de interesses participativos em consórcio com a Rhino Resources, NAMCOR e Korres Investments. Giovanni Aquilina nomeado Country Manager
A Azule Energy intensifica a sua presença no mercado petrolífero namibiano após a conclusão do processo de Farm-in no Bloco 2914A, também conhecido como PEL85, offshore da Namíbia.
Com a aquisição de 42,5% de interesses participativos, a empresa passa a integrar um consórcio composto pela Rhino Resources, operadora da concessão com igual participação de 42,5%, pela NAMCOR com 10% e pela Korres Investments com 5%. A informação foi avançada à PetroAngola.
A entrada no bloco posiciona a Azule Energy como um dos principais operadores da indústria de petróleo e gás namibiana, num momento em que a Namíbia se afirma como uma das fronteiras exploratórias mais promissoras do continente africano.
Escritório e liderança local
No âmbito da estratégia de expansão, Joseph Murphy, CEO da Azule Energy, anunciou a abertura de um escritório permanente na Namíbia, reforçando o comprometimento da empresa com o desenvolvimento dos recursos petrolíferos do país.
Para liderar a operação namibiana foi nomeado Giovanni Aquilina como Country Manager. Geólogo de experiência, Aquilina exerceu anteriormente as funções de Director de Exploração da Azule Energy em Angola e acompanhou de perto a actividade exploratória da companhia na Namíbia nos últimos dois anos. Torna-se o primeiro executivo a encabeçar a operação da empresa no país.
Expansão além de Angola
A Azule Energy, joint venture entre a bp e a Eni com base operacional em Angola, tem vindo a alargar progressivamente a sua presença geográfica no continente africano. A entrada no mercado namibiano representa um passo concreto nessa estratégia de diversificação de activos exploratórios para além das águas angolanas.
A Namíbia emergiu nos últimos anos como um dos mercados de exploração petrolífera mais atractivos de África, após descobertas significativas no offshore profundo que atraíram a atenção de operadores internacionais de primeira linha.
Fonte: PetroAngola
